sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Economia brasileira cresce 0,4% no 2º trimestre de 2012, o menor entre os BRICs


Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 1,1 trilhão.

Entre os setores analisados, a agropecuária apresentou o maior aumento.

Do G1, em São Paulo e no Rio
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PIB trimestral (Foto: Editoria de arte/G1)
A economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre (de abril a junho) de 2012 em relação aos três primeiros meses de 2012, segundo informou nesta sexta-feira (31) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, a soma de todas as riquezas produzidas pela economia no período alcançou R$ 1,1 trilhão.
O resultado veio abaixo dos 0,5% esperados pelo mercado, mas em linha com a previsão do Banco Central, que esperava uma alta de 0,38%, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do BC, o IBC-Br – um indicador criado pela autoridade monetária para tentar antecipar o resultado do PIB. Apesar do resultado fraco, o desempenho do PIB frente ao trimestre anterior foi o melhor desde abril a junho de 2011, quando crescera 0,6%.
No semestre, a economia brasileira cresceu 0,6% sobre o mesmo período do ano passado.
O IBGE revisou para baixo o desempenho do PIB dos três trimestres anteriores. No terceiro trimestre de 2011, a queda de 0,1% foi acentuada para 0,2%; no quarto trimestre do ano passado, o crescimento foi reduzido de 0,2% para 0,1%. Também foi revisado para baixo, de 0,2% para 0,1%, o crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2012.
Previsões
O resultado divulgado pelo IBGE reforça a perspectiva do mercado de um crescimento modesto no ano. Segundo o boletim Focus, que reúne as expectativas dos analistas, a projeção é de um crescimento de 1,73% no ano.
O Banco Central é pouco mais otimista,projetando uma alta de 2,5%. Já a expectativa do Ministério do Planejamentoconfia em uma expansão de 3% na economia no ano, com o PIB alcançando um crescimento anualizado de cerca 4% no último trimestre, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Setores
Entre os setores analisados pelo IBGE, na comparação com o trimestre anterior, a maior alta foi registrada pela agropecuária, que teve crescimento de 4,9%. O setor de serviços também registrou avanço, porém mais leve, de 0,7%. Já a indústria recuou 2,5%.
No setor de serviços, tiveram destaque as atividades de intermediação financeira e seguros (1,8%), serviços de informação (1,0%), administração, saúde e educação pública (0,8%) e outros serviços (0,8%).
Gráfico setores (Foto: Editoria de arte/G1)
Único setor a registrar queda, a indústria mostrou baixa em três das quatro atividades pesquisadas, puxada pelo recuo de 2,5% da indústria de transformação, seguida por extrativa mineral (-2,3%) e pela construção civil (-0,7%). Em eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana, foi verificada alta de 1,6%.
Ainda na comparação com o trimestre anterior, pela ótica do gasto, foi visto avanço tanto nos gastos do governo (1,1%) quanto de consumo das famílias (0,6%). Na contramão, dentro da demanda interna, a formação bruta de capital fixo (que sinaliza os investimentos na economia) caiu 0,7% – dado que decepcionou os analistas, que esperavam alta no indicador. Quanto ao setor externo, as importações de bens e serviços avançaram 1,9% e as exportações recuaram 3,9%.
PIB países (Foto: Editoria de arte/G1)
Comparação com 2011Em relação ao segundo trimestre do ano anterior, a economia brasileira cresceu 0,5%. O destaque ficou com a agropecuária, a exemplo do que foi visto na comparação com o primeiro trimestre.
"Este resultado pode ser explicado pelo desempenho de produtos da lavoura com safra relevante no 2º trimestre e que apresentaram crescimento nas estimativas de produção anual e da produtividade", disse o IBGE, em nota. 
O setor de serviços também cresceu, apresentando alta de 1,5% sobre o segundo trimestre de 2011. A maioria das atividades que compõem o setor apresentou alta, com destaque para administração, saúde e educação pública (3,3%), e serviços de informação (2,6%). O comércio, que costumava puxar para cima o desempenho do setor, teve ligeiro avanço, de 0,2%.
Seguindo o desempenho visto na passagem do primeiro trimestre para o segundo, a indústria também caiu, com uma retração de 2,4%. Entre as atividades analisadas, a indústria de transformação teve a maior baixa, de 5,3%. O IBGE explica que o resultado foi influenciado, principalmente, pela queda da produção de materiais eletrônicos e equipamentos de comunicações e veículos automotores, entre outros.
Sob a ótica da demanda interna, o consumo das famílias cresceu 2,4%, puxado pelo aumento dos salários e do crédito. Essa foi a 35ª variação positiva seguida nesse tipo de comparação. O consumo da administração pública cresceu ainda mais, 3,1%.
O investimento mostrou forte queda, de 3,7%, sobre o segundo trimestre de 2011. A produção interna de máquinas e equipamentos caiu e influenciou negativamente os investimentos. Nessa base de comparação, sob a ótica externa, as importações de bens e serviços cresceram 1,6% e as exportações caíram 2,5%.
Outras comparaçõesNos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2012, o PIB acumula alta de 1,2% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores, puxado pelo setor de serviços, que avançou 1,6% e pela agropecuária, que cresceu 1,5% nesse tipo de comparação. A indústria mostrou queda de 0,4%.
Investimento e poupança
No segundo trimestre, a taxa de investimento alcançou 17,9% do PIB. A taxa ficou abaixo da registrada no mesmo período de 2011(18,8%). A queda foi puxada pelo desempenho da formação bruta de capital fixo no trimestre, de acordo com o IBGE. A taxa de poupança ficou em 16,9%, depois de registrar 19% no segundo trimestre de 2011.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Seleção Atualidades 2012

Olá Car@s alunos!

Minhas aulas de atualidade nesta reta final irão seguir provavelmente este roteiro, na verdade aqui está a seleção das principais postagens do ano sobre atualidades!

Para os que já leram todas, vale dar uma relida.

Jonathan Kreutzfeld


















Crise na Síria - Entenda


Os conflitos na Síria agravaram-se  com a chegada de forças rebeldes à capital Damasco e a morte de autoridades do primeiro escalão do governo. Quase um ano e meio após o início das manifestações pró-democracia, mais de 10 mil pessoas já morreram em confrontos que a Cruz Vermelha classifica agora como guerra civil.

ONU tenta negociar uma saída diplomática para a crise. Porém, todas as propostas de sanções para forçar a renúncia do presidente Bashar Al Assad foram emperradas pela Rússia, que tem poder de veto no Conselho de Segurança.
Os protestos na Síria começaram em 15 de março de 2011, na sequência de revoltas conhecidas como Primavera Árabe, que derrubaram ditadores na Tunísia e no Egito. Na época, os sírios manifestaram-se contra a prisão e tortura de estudantes que grafitaram um muro com críticas ao regime de Al Assad.
A repressão do Exército só aumentou a revolta da população. O governo fez algumas concessões, como o fim do estado de emergência, que vigorava há 48 anos, e a aprovação de uma nova constituição. Mas os manifestantes, que no começo pediam democracia, passaram a exigir a renúncia do presidente, há 11 anos no poder.
A oposição ao regime organizou-se em duas frentes principais: o Conselho Nacional Sírio (CNS), ligado ao fundamentalismo islâmico, e o Exército Livre da Síria (ELS), braço armado composto por militares desertores.
O Exército passou a usar artilharia pesada contra o povo, promovendo massacres. Em maio, mais de 100 pessoas foram mortas na cidade de Houla, a maioria mulheres e crianças. Na semana passada, outras 200 morreram em um ataque militar à aldeia de Tremseh.
A ONU estima em mais de 10 mil o número de mortos, enquanto ativistas de direitos humanos calculam 17 mil.
No dia 15 de julho, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha declarou que o país se encontra em guerra civil. Com isso, passa a valer a Convenção de Genebra, tratado que garante a proteção dos civis e possibilita a abertura de processos por crimes contra a humanidade.
No dia 18, um atentado em Damasco matou o ministro da Defesa e outros dois generais que compunham a cúpula de segurança do ditador (um deles cunhado de Al Assad). O ataque, reivindicado pelo ELS, causou as primeiras mortes de autoridades do regime.

Diferenças étnicas

O que torna a crise na Síria mais difícil, em relação aos outros países afetados pela Primavera Árabe, são as diferenças étnicas e religiosas. A população de 23 milhões de habitantes divide-se em uma maioria sunita (74%) e minorias alauítas (12%), cristãos ortodoxos (10%) e drusos (3%).
Durante séculos, os sunitas formaram a elite política, econômica e militar do país. Em 1960, contudo, golpes de Estado colocaram os alauítas no poder. Em 1971, o alauíta Hafez Assad, pai do atual líder sírio, assumiu a Presidência e permaneceu no cargo por 30 anos.
Nesse período, Assad concedeu privilégios às demais minorias étnicas do país – cristãos e drusos –, gerando descontentamento entre os sunitas. No começo dos anos 1980, a ditadura reprimiu de forma violenta protestos organizados pela Irmandade Muçulmana. Temendo novas revoltas, o governo aparelhou as Forças Armadas e o serviço secreto, que hoje reprimem os rebeldes.
O medo de um massacre étnico também explica o porquê do presidente Al Assad se recusar a deixar a Presidência.

Rússia

A situação geopolítica da Síria é outro fator que dificulta uma solução para o caos nas ruas de Damasco. Por que não há uma ofensiva militar como ocorreu, por exemplo, na Líbia, que depôs o líder Muammar Gaddafi em agosto do ano passado?
A Síria, aliada do Irã, é uma das poucas nações árabes que se opõem aos interesses dos Estados Unidos e de Israel no Oriente Médio. Uma intervenção direta de Washington traria mais instabilidade política à região, já conturbada por guerras entre israelenses e palestinos.
Pelo mesmo motivo, o Conselho de Segurança da ONU não consegue aprovar resoluções mais duras contra Al Assad.
A Rússia tem recusado qualquer plano de afastamento do ditador sírio. Não somente por interesses comerciais (contratos bilionários de venda de armamentos à Síria), mas também políticos.
De um lado, países como Estados Unidos, França e Reino Unido querem forçar o governo sírio a aceitar uma proposta de cessar-fogo e a renúncia de Al Assad, que teria como consequência o isolamento do Irã. Do outro, China e Rússia querem manter o presidente, alegando que as razões humanitárias são um pretexto para a hegemonia ocidental no mundo muçulmano.

DIRETO AO PONTO

Os conflitos na Síria agravaram-se nesta semana com a chegada de forças rebeldes à capital Damasco e a morte de autoridades do primeiro escalão do governo, entre elas o ministro da Defesa e o cunhado do presidente Bashar Al Assad.

Os confrontos entre rebeldes e governo começaram em março de 2011, na continuidade da Primavera Árabe. Mais de 10 mil pessoas morreram, segundo a ONU, ou 17 mil, de acordo com ativistas dos direitos humanos. A Cruz Vermelha declarou que o país vive uma guerra civil.

O que torna a crise na Síria mais difícil são as diferenças étnicas e religiosas. Os sunitas, que formam a maioria da população (74%) são governados pela minoria alauíta (12%).

A ONU tenta negociar uma saída diplomática para a crise. Porém, todas as propostas de sanções para forçar a renúncia do presidente foram emperradas pela Rússia, que tem poder de veto no Conselho de Segurança.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Sexta ponte cai na China em menos de 1 ano


China: ponte cede, destrói caminhões e deixa ao menos 3 mortos

Muito estranho, nem vira notícia internacional, mas só imagina!



 Quatro caminhões ficaram destruídos e ao menos três pessoas morreram após a queda de uma ponte. Foto: AP

Uma parte de uma ponte inaugurada em novembro de 2011 na província de Heilongjiang, na China, desabou matando três pessoas e deixando outras cinco feridas. Segundo informações da agência de notícias Xinhua, quatro caminhões caíram no desabamento da ponte Yangmingtan, na cidade de Harbin. Cem metros da ponte desabaram.


Quatro caminhões ficaram destruídos e ao menos três pessoas morreram após a queda de uma ponte Sun Qingde, uma autoridade do Comitê de Construções de Harbin, disse àXinhua que a ponte "se inclinou para um lado e desabou no chão". A agência afirmou ainda que problemas na construção da ponte e excesso de carga foram as causas do colapso.

As autoridades chinesas afirmaram que vão investigar se os caminhões levavam carga em excesso. De acordo com o jornal People's Daily Online, as autoridades municipais de Harbin disseram que os caminhões levavam rochas.
A ponte, que atravessa o rio Songhua e tem 15,4 km de comprimento, foi inaugurada há nove meses e custou 1,88 bilhão de iuans (US$ 286 milhões ou cerca de R$ 578 milhões). Este é o sexto grande desabamento de pontes na China desde julho de 2011.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eleições Blumenau - Candidatos ao Executivo (Prefeitura)

Olá pessoal de Blumenau! Este com certeza é um assunto que vai tomar conta do papo no buteco, ponto de ônibus, salão de beleza, clubes em geral, salas de aula, enfim muitos lugares serão repletos de opiniões discussões sobre o tema eleições municipais!

Como este blog visa além de distribuir conteúdos de geografia em geral. Decidi dar um pontapé importante no que diz respeito à SABER EM QUEM VOTAMOS. Os dados foram obtidos no próprio TRE onde o link original está abaixo da postagem. Lá é possível verificar também as PROPOSTAS, dados do vice entre outras informações.

Propagandas ou opiniões sobre os candidatos nesta postagem serão deletadas. A ordem em que os mesmos aparecem é alfabética.


Situação do Registro
APTO 
(Deferido)
Registro de Candidatura - Prefeito (BLUMENAU / SC)
Nome para urna eletrônica:
ANA PAULA LIMA
Número:
13
Nome completo:
ANA PAULA DE SOUZA LIMA
Sexo:
Feminino
Data de nascimento:
19/04/1964
Estado civil:
Casado(a)
Nacionalidade:
Brasileira nata
Naturalidade:
CURITIBA / PR
Grau de instrução:
Superior completo
Ocupação:
Deputado
Endereço do site do candidato:


Partido:
Partido dos Trabalhadores -  PT - (13)
Coligação:
"BLUMENAU QUEM AMA CUIDA"
Composição da coligação:
PP / PDT / PT / PSDC / PHS / PTC / PV / PPL / PC do B / PT do B
No. processo:
400-49.2012.6.24.0088
No. protocolo:
698842012
CNPJ de campanha:
16.447.891/0001-69
Limite de gastos:   Sobre limite de gastos de campanha
3.600.000,00
Ver dados da(s) eleição(ões) de:



Situação do Registro
APTO 
(Deferido)
Registro de Candidatura - Prefeito (BLUMENAU / SC)
Nome para urna eletrônica:
JEAN KUHLMANN
Número:
55
Nome completo:
JEAN JACKSON KUHLMANN
Sexo:
Masculino
Data de nascimento:
29/04/1975
Estado civil:
Casado(a)
Nacionalidade:
Brasileira nata
Naturalidade:
BLUMENAU / SC
Grau de instrução:
Superior completo
Ocupação:
Deputado
Endereço do site do candidato:


Partido:
Partido Social Democrático -  PSD - (55)
Coligação:
BLUMENAU QUER SEGUIR EM FRENTE
Composição da coligação:
PRB / PTB / PMDB / PSL / PTN / PSC / PR / PPS / PSB / PRP / PSD
No. processo:
461-07.2012.6.24.0088
No. protocolo:
739782012
CNPJ de campanha:
16.341.949/0001-95
Limite de gastos:   Sobre limite de gastos de campanha
6.000.000,00
Ver dados da(s) eleição(ões) de:



Situação do Registro
APTO 
(Deferido)
Registro de Candidatura - Prefeito (BLUMENAU / SC)
Nome para urna eletrônica:
NAPOLEÃO BERNARDES
Número:
45
Nome completo:
NAPOLEÃO BERNARDES NETO
Sexo:
Masculino
Data de nascimento:
28/09/1982
Estado civil:
Solteiro(a)
Nacionalidade:
Brasileira nata
Naturalidade:
BLUMENAU / SC
Grau de instrução:
Superior completo
Ocupação:
Advogado
Endereço do site do candidato:


Partido:
Partido da Social Democracia Brasileira -  PSDB - (45)
Coligação:
BLUMENAU QUER MAIS
Composição da coligação:
DEM / PSDB
No. processo:
243-76.2012.6.24.0088
No. protocolo:
626802012
CNPJ de campanha:
16.212.848/0001-14
Limite de gastos:   Sobre limite de gastos de campanha
2.500.000,00
Ver dados da(s) eleição(ões) de:



Situação do Registro
APTO 
(Deferido)
Registro de Candidatura - Prefeito (BLUMENAU / SC)
Nome para urna eletrônica:
OSNI VALFREDO WAGNER
Número:
50
Nome completo:
OSNI VALFREDO WAGNER
Sexo:
Masculino
Data de nascimento:
06/05/1967
Estado civil:
Casado(a)
Nacionalidade:
Brasileira nata
Naturalidade:
BLUMENAU / SC
Grau de instrução:
Superior completo
Ocupação:
Professor de Ensino Médio
Endereço do site do candidato:


Partido:
Partido Socialismo e Liberdade -  PSOL - (50)
Coligação:
FRENTE DE ESQUERDA
Composição da coligação:
PSTU / PSOL
No. processo:
164-97.2012.6.24.0088
No. protocolo:
566862012
CNPJ de campanha:
15.973.825/0001-60
Limite de gastos:   Sobre limite de gastos de campanha
150.000,00
Ver dados da(s) eleição(ões) de:


Fonte: http://divulgacand2012.tse.jus.br/divulgacand2012/abrirTelaPesquisaCandidatosPorUF.action?siglaUFSelecionada=SC#