quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Iraque - Atualidades



A direita dos EUA conseguiu fazer com que W. Bush desse o pontapé inicial, como ele havia dito, para que a democracia no Oriente Médio começasse a ser implantada. Porém vimos multidões, em fevereiro deste ano, nas ruas, queimando prédios deste governo “democrático”, no Iraque. Por que isso?

Pessoas mortas por se manifestarem nas ruas, oficiais mortos, lutando contra uma monarquia ditatorial e repressiva. Manifestações contra o governo de al-Maliki e falta de serviços públicos durante mais de duas semanas.

Após duas semanas de rebelião uma onda de manifestações maior ainda passou por todo o país. Do sul ao norte, deixando mortos e prédios governamentais em ruínas. Dúzias de manifestantes reuniram-se à frente da mansão do governador da província de Wasit, exigindo a demissão do governador local. Querem melhores serviços públicos, o fim da corrupção no governo (os funcionários da administração provincial cobram propinas para executar todas as tarefas públicas), julgamento e punição para os corruptos e empregos.

Referências:

http://www.google.com/imgres?hl=pt-BR&sa=X&biw=1024&bih=677&tbm=isch&prmd=imvns&tbnid=ZY1anrlG68xsmM:&imgrefurl
=http://www.dincao.com.br/noticias/2011/01/19/ambulancia-bomba-mata-ao-menos-12-em-ataque-contra-policia-no-iraque/&docid=DWG-TuGMtHzn3M&imgurl
=http://www.dincao.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/01/carro-bomba-Iraque-20102304-HG.jpg&w=450&h=338&ei=pmK4TrXaF4zp0QHElI3LDQ&zoom=1
http://www.outraspalavras.net/2011/02/19/o-iraque-tomado-por-protestos/
http://www.google.com/imgres?hl=pt-BR&sa=X&biw=1024&bih=677&tbm=isch&prmd=imvns&tbnid=OgSXUGS9XryWVM:&imgrefurl=http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/eua-ira-intensifica-envio-de-armas-a-xiitas-no-iraque&docid=kBjowm3v5ZrxrM&imgurl
=http://veja.abril.com.br/assets/pictures/39964/ataque-iraque-2011-14-05-size-598.jpg%253F1308056529&w=597&h=336&ei=pmK4TrXaF4zp0QHElI3LDQ&zoom=1

Agosto de 2011,

Tropas americanas retiram-se do Iraque.
Depois de oito anos de presença militar no Iraque, as tropas americanas vão deixar o território até ao final de 2011, segundo o acordo de segurança negociado pelas duas partes.

Conforme tropas dos EUA deixam o país, aumenta presença das companhias de segurança privada. Enquanto os militares americanos se preparam para deixar o Iraque até o final de 2011, o governo Obama está planejando um esforço civil impressionante, apoiado por um pequeno exército de companhias de segurança privada, para tomar seu lugar. Até outubro de 2011, o Departamento de Estado passará a ter a responsabilidade pela formação da polícia iraquiana, uma tarefa que vai ser em grande parte realizada por companhias do setor privado.
Para proteger os civis em um país que ainda é lar de insurgentes da Al-Qaeda e milícias apoiadas pelo Irã, o Departamento de Estado pretende dobrar os seus guardas de segurança privada, chegando possivelmente a 7 mil agentes, de acordo com oficiais.
Defendendo cinco conjuntos de prédios fortalecidos em todo o país, os empreiteiros de segurança vão operar radares para alertar sobre ataques de foguetes inimigos, buscar bombas, sobrevoar a área para reconhecimento e até mesmo formar forças de reação rápida para ajudar civis em perigo, disseram as autoridades.
Mas a pequena presença militar do plano do governo Obama está limitada a uma dúzia de centenas de oficiais em um escritório da embaixada para ajudar os iraquianos a comprar e utilizar equipamentos bélicos dos Estados Unidos - e o número crescente de civis faz com que alguns veteranos do Iraque sugiram que milhares de soldados adicionais serão necessários depois de 2011.
O governo Obama já se comprometeu a reduzir as tropas no Iraque a 50 mil até o final de agosto, uma meta que a Casa Branca afirmou na quarta-feira que será cumprida. Oficiais do governo e especialistas de fora do governo dizem que, no entanto, a execução do acordo que apela para a remoção de todas as forças americanas até o final de 2011 será muito mais desafiador.
Oficiais do governo disseram que os empreiteiros de segurança não teriam nenhuma imunidade especial e seriam obrigados a se registrar com o governo iraquiano. Além disso, um dos agentes regionais do Departamento de Estado em matéria de segurança, que cuidam da segurança em postos diplomáticos avançados, terá que aprovar e acompanhar cada comboio civil, fornecendo supervisão adicional.

O custo inicial da construção e manutenção de duas embaixadas, uma em Kirkuk e outra em Mossul, com a contratação de empresas de segurança, a compra de novos equipamentos e a criação de dois consulados em Basra e em Erbil, é de cerca de US$ 1 bilhão.

Texto retirado em parte de http://www.abseg.com.br/abseg/home/561-civis-substituirao-presenca-militar-americana-no-iraque-.html.
Outras referências: http://democraciapolitica.blogspot.com/2010/08/iraque-2011-afeganistao-2014-ira.html
http://www.galizacig.com/avantar/opinion/5-8-2010/iraque-2011-afeganistao-2014-ira
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=983100&page=-

Alunas: Fernanda Jaqueline Mueller, Isabella Gretter Teixeira, Joana Heidrich, Mayara Kamchen e Thaís Helena Lenzi Vicente. 1ª série A

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário