quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Eleições 2014 - Ponto de Vista

Ponto de vista sobre algumas discussões das Eleições 2014

Sou professor de Geografia, trabalho em instituições privadas que dependem em princípio apenas do pagamento de mensalidades por parte dos familiares dos alunos para que eu receba salário ao final do mês. Votei em Aécio Neves no segundo turno e respeito aqueles que votaram na Dilma seja qual for o motivo da escolha em ambos os candidatos.
Gostaria neste texto de expor o meu ponto de vista sobre alguns assuntos bastante discutidos durante e após as eleições. Passei algumas características pessoais e inclusive anunciei meu voto, pois acredito que isso pode interferir na escolha das pessoas em continuar lendo ou não. Afinal, todos que escrevem algo gostariam que fosse lido por alguém.

PONTOS DE VISTA

Porto em Cuba
Quem acompanhou as campanhas eleitorais ou não certamente ouviu falar de alguma forma sobre o assunto.
A construção de um porto em Cuba certamente deixou muitas pessoas indignadas, afinal temos muitas coisas por fazer ainda no Brasil não é isso? Veja bem, durante centenas de anos fomos explorados pelos portugueses e isso não foi legal, aí veio o capitalismo financeiro e tivemos uma industrialização fomentada por dinheiro estrangeiro emprestado, depois vieram transnacionais, blocos econômicos, parcerias e etc. Tudo isso de forma resumida significa dizer que utilizamos capital estrangeiro e pagamos juros por isso para ser o que somos hoje certo? Gostaria de começar falando sobre algo regional que pode ser bem interessante para rodear o assunto “Porto em Cuba”. Temos uma obra do complexo viário do Badenfurt concluída e outra grande obra na cidade se iniciando que é o prolongamento da Humberto de Campos certo? Estas obras estão sendo realizadas com a soma de recursos municipais mas também com verbas de instituições financeiras públicas estaduais e federais, estas por sua vez captam dinheiro em instituições financeiras estrangeiras para que essas obras por aqui ocorram. Ou seja, o dinheiro não cai do céu. Pagamos muitos juros por isso, mas nos conformamos com isso afinal o dinheiro dessas instituições vem, por exemplo, de países ricos que através de instituições financeiras “auxiliam” os países mais pobres a ter infraestrutura. Outro exemplo interessante poderia ser os investimentos na indústria petroleira chinesa em Angola, ambos os países são subdesenvolvidos, mas sabemos que a China possui um imenso crescimento econômico certo? A China então está investindo e gerando empregos em Angola? Mas por quê? Porque fazendo isso a China explora a mão de obra estrangeira e obtém lucro com isso, foi o que os europeus e americanos sempre fizeram com a gente e não gostamos. Mas no capitalismo é assim, um explora e o outro é explorado. Tá e o porto em Cuba? Ele está sendo financiado com dinheiro brasileiro sim e esperamos que volte com juros, gerando lucro para o Brasil e dívida para Cuba.

Sul é meu país

Recomendo dar uma olhada em uma pequena pesquisa que fiz sobre isso e postei em http://geografia-ensinareaprender.blogspot.com.br/2014/10/se-o-sul-fosse-um-pais.html , recomendo também a leitura do site oficial do movimento e outras fontes para formar opinião. Não gosto e me irrito um pouco com esse assunto.

Corrupção

Logicamente não gosto e percebo sim que o atual governo teve muita corrupção. No entanto, principalmente nas opções do segundo turno não vi ninguém isento deste problema em seus governos. Não vi escândalos sobre os outros candidatos, provavelmente porque os mesmos nunca pertenceram ao executivo municipal, estadual ou federal então fica injusto e difícil comparar.

Combustíveis

Provavelmente vamos gastar mais nos próximos anos com este item, o atual governo vem segurando o preço dos combustíveis para que não tenhamos inflação acima da meta estabelecida, mas do ano que vem em minha opinião não passa. Tempo atrás li que o preço correto da nossa gasolina considerando nossos custos de produção e tributação seria R$ 4,20, daí nossa estatal Petrobrás voltaria a ter vultosos lucros. Tá mas porque o governo federal não retira tributos do combustível então? Em primeiro lugar grande parte dos tributos é estadual. Em segundo lugar, é uma importante receita para as administrações em todas as esferas do poder. Aí provavelmente eu e você leitor concordamos que muitas coisas neste sentido precisam mudar. Eu particularmente acredito que pra começar deveríamos voltar a estimular o uso de biocombustíveis e se for para reduzir tributação que seja para estimular eles. Atualmente quase ninguém na nossa região abastece com Etanol porque não vale a pena certo? Afinal nós pensamos primeiro no bolso e muito depois nas questões ecológicas, somos americanos capitalistas e hipócritas! Sem exagero, lógico, mas me incluo no grupo neste caso. “Governo novo, ideias novas”, espero alguma novidade por aí.

Considerações finais

Gostaria de escrever sobre outras coisas, às vezes arranjo tempo, preciso voltar a trabalhar, corrigir e elaborar provas, aulas e etc. Falando nisso achei o segundo turno muito pobre em discussões sobre saúde, educação e segurança. Os debates, por exemplo, do primeiro turno tinham uma dinâmica bem mais interessante neste sentido.
Lembro que o texto representa meramente a minha opinião que é formada por amigos, colegas,formação, família, profissão, leituras que faço, páginas que curto no facebook, rádio que ouço, jornal que leio ou assisto.

Jonathan Kreutzfeld


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Se o Sul fosse um país...


Nem vou tecer muitos comentários, esta é uma breve análise sobre como seria se o sul fosse um país.

ASPECTOS POSITIVOS
ASPECTOS NEGATIVOS


Teria autossuficiência em energia elétrica
Dependeria muito de petróleo importado
A agricultura seria em geral suficiente e exportaria o excedente
Importantes recursos minerais teriam que ser importados
Teria uma fábrica da BMW
Boa parte dos produtos químicos em geral seriam importados
Teria território mais fácil de gerenciar
Seria difícil pensar em grandes expansões agroindustriais
Apenas 5% de população residente em favelas
Precisaria importar mais mão de obra estrangeira
Seu IDH seria superior a média do Brasil
Haveria ainda maior dependência tecnológica de países estrangeiros
Teria 16% da riqueza do Brasil com atuais 14% da população
Economia de peso pequeno se considerar a economia mundial
Seria praticamente tão rico quanto o Chile
Só que teria quase o dobro da população do Chile
Seria etnicamente mais homogêneo
Provavelmente teríamos um país inimigo ao nosso lado, talvez uma guerra

ANÁLISE DE ALGUNS INDICADORES SOCIOECONÔMICOS







Jonathan Kreutzfeld

Fonte: IBGE e PNUD.





quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ATUALIDADES 2014

Olá Alun@s e demais visitantes do Blog!

Segue abaixo links sobre os principais temas de atualidades que foram abordados este ano neste Blog, vale ressaltar que não necessariamente tudo que diz respeito aos principais temas atuais está aqui. Nada substitui diariamente ler ou assistir um jornal, esse é sempre o principal meio de obtenção de informação, assim como sua página inicial com algumas notícias! Boas provas!

Jonathan Kreutzfeld


BONS TEMAS PARA ESTUDAR E APROFUNDAR EM 2014















COMISSÃO DA VERDADE











Movimentos Separatistas

Não é de hoje que territórios e países em diferentes partes do mundo buscam independência. O ano de 2014 foi agitado neste quesito. Da Crimeia, que foi recentemente anexada à Rússia em um controverso processo, à Escócia, que desejava a independência em relação ao Reino Unido, assim como Irlanda do Norte e País de Gales, à Catalunha, na Espanha, vários movimentos tentaram obter ou persistem na ideia de separação.

MOVIMENTOS SEPARATISTAS
Os movimentos separatistas surgem por diferentes motivos. Podem ter cunho político, étnico ou racial, religioso ou social. Em sua maioria, trata-se de colônias ou territórios pequenos que se sentem desvalorizados pelos governos principais de seus países e buscam na independência uma forma de valorizar e garantir mais direitos e investimentos à sua população.

A Europa é o continente que mais vivencia essa situação de “desejo de independência”. Tal situação preocupa a União Europeia, que teme que caso um grupo separatista ganhe a causa provoque um efeito cascata nos demais movimentos.
Quando uma região ou território se torna independente mudam-se fronteiras, alianças, relações econômicas e blocos, e os “novos” países têm que iniciar uma série de reformas, criando instituições próprias como Banco Central, Forças Armadas, entre outras, e o “novo” país precisa ser reconhecido por outros países.
Conheça os principais territórios e países que, atualmente, desejam a separação ou ainda buscam o reconhecimento de sua independência, e os objetivos de cada um.

REINO UNIDO

O Reino Unido é um país europeu formado por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Sua capital é Londres, a mesma da Inglaterra, o que já aponta uma liderança desse país no bloco. Essa liderança, enxergada como favorecimento por uns, é um dos motivos do surgimento de movimentos separatistas nos demais países.

Mapa do Reino Unido

Escócia: Em 2014, a Escócia realizou um plebiscito para se tornar independente em relação ao Reino Unido. Em um dia histórico, 53% dos 3,6 milhões de eleitores votaram pelo “não”. Os partidários da independência, liderados pelo SNP (Partido Nacional Escocês), maioria no parlamento, buscam mais liberdade constitucional e autonomia fiscal, o que, segundo os críticos, estão centralizadas demais na Inglaterra. Outro objetivo é criar um fundo de reserva com o valor obtido na exploração de petróleo do Mar do Norte, cerca de £1 bilhão, ou US$ 1,6 bi, de acordo com os cálculos da ala favorável à separação.

País de Gales: Também deseja se separar do Reino Unido. Em um referendo em 2011, 63,49% dos eleitores votaram a favor da atribuição de maiores poderes à Assembleia Nacional de Gales. O partido Plaid Cymru é um dos principais promotores da ideia de separação. O objetivo da campanha é construir um Estado Nacional Autônomo.

Irlanda do Norte: Os irlandeses devem realizar um plebiscito sobre a independência em relação ao Reino Unido em até quatro anos. Em 1921, após a guerra de independência irlandesa contra o Reino Unido, Londres assinou uma trégua com Dublin e, dois anos depois, fundou o Estado Livre Irlandês. Nesse processo, o governo britânico ficou com seis dos nove condados que compõem a região do Ulster, província irlandesa. O objetivo da independência é juntar esses seis territórios à República da Irlanda. A independência é também uma das principais bandeiras do IRA (Exército Republicano Irlandês).

ESPANHA

O país convive há anos com os desejos de independência dos catalães e bascos, motivados, principalmente, pelo desejo de manter suas tradições culturais.

Mapa da Espanha

Catalunha: Um referendo sobre a independência acontece em novembro de 2014; a Espanha já declarou que o referendo é inconstitucional. O movimento de independência catalão é antigo. A Catalunha se considera um território a parte. É uma comunidade autônoma, tem autossuficiência legislativa e competências executivas, além de ter o próprio idioma, o catalão. Com a independência querem mais autonomia e o fortalecimento da sua cultura. Caso isso ocorra, Barcelona, uma das principais cidades turísticas da Espanha, se tornará a capital do novo país.

País Basco: Localizado no norte da Espanha, a oeste da França, busca separação desde 1959, quando nasceu o grupo separatista ETA (sigla para “País Basco e Liberdade”). O grupo propagou pela luta armada o desejo de independência, o que o fez ser considerado uma organização terrorista pela União Europeia e EUA. Em 2011, o ETA anunciou o fim da luta armada, mas segue em busca da separação. Com língua própria e um Parlamento desde 1980, os bascos ainda não têm território. Embora a região tenha autonomia desde a constituição espanhola de 1978, os separatistas querem que Espanha e França reconheçam a independência do País Basco que compreende os territórios de Álava, Guipúzcoa, Vizcaya, Navarra e Baixa Navarra, Lapurdi e Zuberoa, esses três últimos, territórios do País Basco Francês.

EX-UNIÃO SOVIÉTICA

Muitos movimentos separatistas que existem hoje na área da antiga União Soviética (composta pelos países Rússia, Ucrânia, Bielorrússia, Transcaucásia, Estônia, Lituânia, Letônia, Moldávia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Cazaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão, Quirguizão e Tadjiquistão) ainda remontam da época do final do país, em 1991, que deu à região uma nova configuração, com novos países. Muitos territórios ainda brigam pelo reconhecimento de sua independência.

Área da antiga URSS - hoje separada em países e territórios que buscam o reconhecimento de sua independência

Ossétia do Sul (Geórgia): Com o fim da URSS essa área foi entregue à Geórgia. A partir daí, uma série de conflitos ocorreu entre russos e georgianos pelo controle da região. A Ossétia do Sul declarou independência em 2008, reconhecida apenas por Rússia, Venezuela, Nicarágua, Nauru e Tuvalu. EUA, UE (União Europeia) e ONU não reconhecem a separação. Os ossetianos do sul querem se juntar à Ossétia do Norte, uma república autônoma dentro da federação russa. A independência valorizaria mais a tradição dos ossetianos, que têm identidade e cultura diferentes dos georgianos e uma língua própria.

Abecásia (Geórgia): A Abecásia se considera um Estado independente desde a derrota das forças georgianas na guerra de 1992-1993. No entanto, sua independência não foi reconhecida pela ONU.

Nagorno-Karabakh (Azerbaijão): Em Nagorno-Karabakh a maioria da população é armênia. O território declarou sua independência em relação ao Azerbaijão, mas esta não foi reconhecida por nenhum país. O desejo dos separatistas é unir-se ao território da Armênia.

Transdnístria (Moldávia): Localizada na fronteira da Ucrânia com a Moldávia, a região do Leste Europeu declarou independência do governo moldávio em 1990. Moscou, apesar de não reconhecer a independência deu apoio econômico e político. Em um referendo de 2006, a região reiterou sua vontade de se separar e de uma eventual anexação à Rússia -- quase metade da população é de etnia russa. A Transdnístria tem sua própria moeda, Constituição, Parlamento e bandeira, mas quer ser reconhecida como um Estado independente e a anexação à Rússia.

OUTRAS PARTES DA EUROPA

Flanders (Bélgica): Com uma população de 6,4 milhões de habitantes, Flandres busca sua independência completa da Bélgica. A causa é defendida por partidos da ala conservadora, como o Vlaams Belang. A crise econômica que abala o país desde 2009 ajudou esses partidos a reforçarem a necessidade da separação. O objetivo é instituir a República de Flandres, que seria composta pelas regiões de Flandres, Bruxelas e Valônia.

Mapa da Bélgica

Ilha de Córsega (França): Na terra natal de Napoleão Bonaparte a vontade de tornar-se um território independente existe desde 1976. Quem mais difunde esse ideal é a FLNC (Frente de Libertação Nacional da Córsega), movimento político nacionalista e de luta armada. Os moradores da ilha tem seu próprio idioma e se referem ao resto da França como “continente”. Em 2013 o FLNC reiterou que continuará sua luta pela separação. Os nacionalistas querem mais autonomia em relação à França, que consideram enxergar a ilha apenas como reduto turístico e de exploração imobiliária.

Mapa da França

Padania (Itália): A unificação da Itália na segunda metade do século 19 não eliminou as diferenças regionais de seus territórios. Desde 1991 a Liga Norte (Lega Nord), grupo criado pelo político Umberto Bossi, defende a separação de uma área da região norte chamada de 'Padania'. Para o grupo, a região sul atrapalharia o progresso no norte do país. De acordo com a proposta, a Padania seria constituída por onze regiões da atual Itália (Lombardia, Veneto, Piemonte, Emilia-Romagna, Ligúria, Friuli, Trentina, o vale de Aosta, Úmbria, Marcas e Toscana), com uma população de 34 milhões de pessoas.

Mapa da Itália com a marcação de qual seria a região da Padania

Kosovo (Sérvia): Declarou sua independência da Sérvia em 2008, é reconhecido por vários países, mas não é membro da ONU. Sérvia, Rússia, China e outros países também não reconhecem a separação. Por esse motivo, sua independência não é tida como bem-sucedida. A separação visa preservar e garantir direitos e liberdades para a majoritária população albanesa do Kosovo, que não era vista com bons olhos pelo governo sérvio, que operou várias ofensivas militares contra o território.

Mapa da Sérvia

OUTRAS PARTES DO MUNDO

Quebéc (Canadá): O movimento de independência é liderado pelo PQ (Parti Québécois). No entanto, contra eles pesam os resultados de dois referendos sobre a questão, um em 1980 e outro em 1995, onde o “não” saiu vitorioso. Mesmo assim, o PQ quer convocar um terceiro referendo. A principal motivação é cultural. A maioria da população da província do Quebéc descende de franceses – o que faz do francês a língua principal, ao contrário das outras províncias, onde a maioria descende de ingleses ou escoceses. A forte influência francesa tornaria a província sensivelmente diferente do resto do país. Os separatistas consideram ainda que a província não é beneficiada economicamente pelo governo canadense.

Mapa do Canadá

Tibete (China): O Tibete manteve o status de país independente entre 1911 e 1950. A situação mudou com a chegada de Mao Tsé-tung ao poder. Em 1963, a região foi nomeada Região Autônoma e hoje tem um governo apoiado pela China, que não abre mão de controlar o território. Os que defendem a independência consideram que a região está em atraso em relação às demais províncias costeiras chinesas, embora a China alegue ter levado progresso e benefícios materiais ao Tibete. Além disso, a população local enfrenta uma forte concorrência por emprego com os chineses e veem na ‘dura’ política chinesa uma ameaça às tradições religiosas e a liberdade.

Mapa da China 


República Turca do Chipre do Norte (Chipre): Parte do território da ilha de Chipre que se considera independente desde 1983 e vive de acordo com as próprias leis sem, no entanto, ter sua independência reconhecida pela comunidade internacional. A região foi invadida pela Turquia em 1974 após um golpe militar greco-cipriota. A independência é reconhecida apenas pela Turquia, o que impossibilita a entrada do país na União Europeia, grupo do qual o Chipre faz parte.
Mapa do Chipre 


Curdistão (Iraque): Considerada a área mais estável do Oriente Médio, o Curdistão iraquiano já é uma região autônoma, mas ainda busca sua plena independência. Além do Iraque, a área do Curdistão se distribui pela Turquia, Irã, Síria, Armênia e Azerbaijão. Os curdos são um grupo étnico com sua própria língua e cultura, diferentes das populações árabe, persa e turca predominantes na região. As diferenças culturais, a estabilidade econômica (a área é rica em petróleo) e a visão não tão radical da religião motiva os curdos iraquianos a desejarem a independência.

Veja mais sobre a atual situação do Iraque em: 

Mapa do Iraque 


MAIS SOBRE OS MOVIMENTOS SEPARATISTAS

Os movimentos separatistas podem ter cunho político, étnico ou racial, religioso ou social. Em sua maioria, trata-se de colônias ou territórios pequenos que se sentem desvalorizados pelos governos principais de seus países e buscam na independência uma forma de valorizar e garantis mais direitos e investimentos à sua população.
A Europa é o continente que mais vivencia essa situação de “desejo de independência”. Tal situação preocupa a União Europeia, que teme que caso um grupo separatista ganhe a causa provoque um efeito cascata nos demais movimentos.
Apresentamos os principais países que hoje vivenciam uma situação de “desejo de separação” de seus territórios e províncias, como é o caso de Catalunha e País Basco, na Espanha; os territórios que buscam reconhecimento completo de sua independência após o fim da União Soviética, entre outros.

Fonte:



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Eleições 2014 - Conheça os candidatos e saiba as funções



Fiz um levantamento sobre sites que contribuem para que eleitores conheçam as funções e as características do cargos eletivos em 2014.

Seguem os links









Se você não sabe quais são as funções dos cargos eletivos em 2014 veja à seguir os cargos e suas funções.

No âmbito da União, há três cargos em disputa:

presidente nomeia os ministros que vão cuidar de assuntos estratégicos, como a Educação, cuida da relação do Brasil com outros países, movimentando a economia e divulgando a imagem do país no exterior. Além disso, ele faz as leis aprovadas no Congresso se transformarem em benefícios para a população.

senador fiscaliza o presidente, o vice e os ministros e ajuda a decidir sobre o Orçamento nacional e a utilização do dinheiro público. Ele elabora leis que trazem benefícios para os eleitores do seu Estado e toma decisões importantes sobre acordos internacionais.

deputado federal fiscaliza o presidente, o vice e os ministros e ajuda a elaborar o Orçamento. Ele propõe leis de interesse federal que se transformam em benefícios para a população.
Entre as principais competências da União no que se refere à Educação, estão:

·                     coordenar a política nacional de Educação
·                     prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios
·                     estabelecer competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio
·                     coletar, analisar e disseminar informações sobre a Educação
·                     assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no Ensino Fundamental, Médio e Superior

No âmbito estadual, há dois cargos em disputa:

governador é chefe do Poder Executivo no Estado, comanda a segurança e nomeia secretários. Ele faz as leis aprovadas na Assembléia se transformarem em benefício para a população e administra os investimentos regionais, garantindo que os municípios cresçam por igual.

deputado estadual fiscaliza o governador, o vice e os secretários e ajuda a elaborar o Orçamento estadual. Ele propõe leis de interesse estadual que se transformam em benefícios para a população.
Entre as principais competências do Estado no que se refere à Educação, estão:

·                     organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino
·                     definir com os Municípios formas de colaboração na oferta do Ensino Fundamental
·                     assegurar o Ensino Fundamental e oferecer, com prioridade, o Ensino Médio a todos
·                     assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual
·                     elaborar e executar políticas e planos educacionais de acordo com as diretrizes e planos nacionais de Educação, integrando e coordenando as ações com as dos seus municípios
·                     baixar normas complementares para o seu sistema de ensino

Jonathan Kreutzfeld

Fontes: